Destaque do online em 2026, Renan Meneguetti revela bastidores da boa fase e fala sobre suas metas no poker


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Um dos nomes em evidência no poker online brasileiro neste início de 2026, Renan Meneguetti atravessa um momento de afirmação na carreira. Integrante da SmartGaming e já presente entre os destaques nacionais da temporada, o jogador viveu recentemente a recompensa ao transformar trabalho, estudo e disciplina em um resultado de peso, encerrando um período difícil de downswing e recolocando o planejamento nos trilhos.
Na entrevista exclusiva ao PokerLife, Renan fala sobre a sensação de ter alcançado um grande hit tão cedo no ano (ele foi campeão do SCOOP #119-M US$ 1.050 NLHE Main Event, faturando US$ 391.389), comenta como a boa fase impactou seus planos de priorizar o online em 2026, analisa a possibilidade de disputar a World Series of Poker (WSOP) e detalha a importância da SmartGaming em sua trajetória recente. O jogador também abre o jogo sobre seus grandes objetivos dentro do poker, cita nomes que o inspiram dentro e fora das mesas e revela qual é o sonho máximo que ainda quer realizar no esporte.
Confira a entrevista completa:
O ano mal começou e veio o big hit, como foi a sensação de atingir essa marca?
Foi uma sensação absurda de alívio. Eu vinha de uma downswing há um tempo, já começando a sentir o psicológico pesar um pouco. Mesmo cuidando da rotina, estudando, me esforçando bastante e fazendo as coisas da forma certa, parecia que nada encaixava. Então, quando veio esse resultado, foi como uma confirmação de que o trabalho estava no caminho certo. Tirou um peso enorme das costas.
Como é, para você, ter projetado 2026 mais dedicado ao online e já colher os frutos disso tão cedo?
Então, eu brinco que acabou até “estragando” um pouco meu planejamento, no bom sentido. A ideia era ficar um tempo mais focado no online e só pensar em live depois de atingir algumas metas, mas elas acabaram vindo mais cedo do que eu esperava. Agora já bateu aquela vontade de jogar um livezinho de novo (risos).
Isso faz você repensar a ida para a WSOP, ou só reforça a escolha de focar mais no online?
Ficou um pouco em cima para pensar em WSOP agora, meu foco principal neste momento é a série do GGPoker (GG World Festival), que vai ocupar praticamente o mês todo. Em junho eu devo analisar com mais calma se faz sentido jogar o Main Event da WSOP e talvez mais alguma coisa. Mas, sendo bem sincero, hoje eu colocaria uns 90% de chance de não ir este ano.
Há alguns dias, repercutimos a presença de dois jogadores da SmartGaming na lista de top 10 premiações online em 2026, um deles sendo você. Como tem sido trabalhar no time e quais são os próximos passos?
A SmartGaming me colocou em uma vibe muito boa. O suporte é excelente, os sistemas são funcionais e de qualidade, as aulas são muito boas e tem muitos jogadores com fome de jogo, dedicados e na mesma pegada. Além disso, tenho amigos e vários colegas lá dentro, o que passa muito esse sentimento de família. Me sinto bem à vontade, me divirto, e ainda fazemos umas swaps para colocar um tempero a mais na torcida. Acho que o próximo passo é seguir evoluindo, manter a consistência e aproveitar esse ambiente para crescer ainda mais como jogador.
Quais são seus grandes desejos/objetivos dentro do poker?
Meu grande objetivo é construir uma carteira sólida de investimentos a ponto de poder dizer que estou “aposentado”, vivendo bem dos rendimentos, mas ainda jogando por paixão e ambição. Dentro do poker, meu maior sonho é ganhar o Main Event da WSOP. Esse é o tipo de conquista que fica para sempre.
Quem te inspira? (dentro ou fora do poker)
Eu gosto muito de pessoas ligadas à alta performance, gente disciplinada, vencedores da vida e grandes atletas, como Ayrton Senna, Kobe Bryant, Cristiano Ronaldo, Bernardinho, David Goggins, Flávio Augusto, entre outros. Dentro do poker, o Kelvin Kerber me inspira, porque morávamos na mesma cidade e acompanhei o crescimento e a prosperidade dele. O Rodrigo Selouan e o Piv (Felipe Boianovsky) me inspiram muito pela técnica. E o Yuri Martins é até “roubado” citar, porque o cara é completo: joga todos os jogos, é disciplinado, rico, bonito, surfa, anda de skate, canta, dança, se veste bem, faz piada… aí fica difícil competir (risos). E, claro, também preciso citar a Bia, minha parceira. Ela me dá um suporte enorme, e o sorriso sincero de felicidade dela quando eu conquisto algo não tem preço.
Foto: KSOP.















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