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Bracelete e coleção de big hits: Brasil faz história na WSOP Paradise 2025

João Simão
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A edição 2025 da World Series of Poker (WSOP) Paradise chegou ao fim. Para os jogadores brasileiros, o saldo foi bastante positivo. Com direito a bracelete e inúmeros big hits, o pelotão canarinho deu show nas mesas do Atlantis Bahamas Resort & Casino.

A começar por João Simão. O mineiro conquistou sua terceira pulseira no Evento #10, em pódio totalmente verde e amarelo, algo inimaginável num passado pouco distante. Pela vitória, ele garantiu US$ 3.067.000. Felipe Boianovsky, em segundo para US$ 2.131.000, e Yuri Martins, em terceiro para US$ 1.409.000, completaram o top 3 brazuca. Todos embolsaram a maior premiação das suas carreiras no torneio.

Yuri Martins
Yuri Martins (Foto: BSOP)

Antes da cravada, aliás, Simão garantiu uma bela forra no Evento #5. Eliminado em 15º lugar, o craque puxou US$ 515.000. Já Yuri, recordista nacional de braceletes, com cinco conquistas, esteve próximo do hexa no Evento #7. Não deu, mas tudo bem, com o seu inesgotável talento não faltarão oportunidades e logo noticiaremos o sexto título por aqui. Anote.  

Outro jogador que saiu das Bahamas com o big hit foi Belarmino de Souza. A terceira posição no US$ 25.000 Super Main Event rendeu exatos US$ 4.000.000. Foi a segunda maior premiação brasileira no poker live em todos os tempos, atrás apenas dos US$ 4.600.000 de Marcelo Aziz na edição 2024 do mesmo torneio.

Belarmino de Souza
Belarmino de Souza (Foto: Regina Cortina/PokerNews)

Por sinal, o próprio Super Main Event assegurou lugar na história. Ao levantar um prize pool de US$ 72.275.000, se tornou a maior competição de poker realizada com exceção feita aos Main Events da WSOP Las Vegas.

Dando continuidade à lista de big hits brasileiros, Pedro Padilha brilhou no US$ 100.000 Triton Main Event. Com o segundo lugar no torneio, o paulista recebeu US$ 3.160.000. O sócio do Samba Poker Team também fez bonito no US$ 125.000 Triton, acabou em 10º e ganhou mais US$ 254.000.

Pedro Padilha - ME Triton Series
Pedro Padilha (Foto: Triton Poker Series)

Não podemos esquecer de Felipe Mojave. Pela terceira vez na carreira, o embaixador do GGPoker chegou ao heads-up de uma disputa da WSOP. E pela terceira vez ficou com o vice. A medalha de prata veio acompanhada de US$ 188.900. Não se preocupe, Mojave, sua hora vai chegar!

Felipe Mojave
Felipe Mojave (Foto: BSOP)

Finalizando os principais resultados do país no festival, destaque para Iago Botelho. O profissional foi quarto colocado entre 287 inscrições no US$ 25.000 GGMillion$ e levou para casa US$ 512.800.

Noves fora o excelente desempenho brazuca, a edição 2025 da WSOP Paradise foi palco de grandes histórias, como slowroll de Eric Wasserson em Benny Glaser, a incrível eliminação de Faraz Jaka no Super Main Event, o all-in triplo no Evento #11 que terminou em uma grande discussão, o tiroteio malsucedido dos medalhões no Super Main Event, Martin Kabrhel, sempre ele, irritado com sua mesa vomitando fichas e se dando mal após o rebuy e o hero call gigante de Iago Botelho no Evento #14. Você acompanhou tudo aqui no PokerLife.

Iago Botelho - Regina Cortina
Iago Botelho (Foto: Regina Cortina/PokerNews)

A WSOP Paradise 2025 termina consolidando a força da tropa verde e amarela no cenário mundial. O que mais vem por aí? Aguardemos cenas dos próximos capítulos, no entanto uma coisa é certa: o Brasil é hoje uma das maiores potências do poker no planeta.

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